|
|
ILHA DO MEL PRESERVE
Neste Portal, você
encontra:
|
PÁGINA INICIAL |
|
A
ILHA DO MEL: |
Geografia |
História |
Flora e Fauna |
População e Economia |
Religião |
Localidades da Ilha |
Meio Ambiente |
As 4 Estações |
|
TURISMO: |
As
Praias |
Trilhas e Caminhadas |
Distâncias |
Passeios de Barco |
O
Litoral do Paraná |
Marés |
|
CULTURA
E LAZER: |
Eventos |
Aproveite... |
Educação |
Folclore |
Esportes |
Surf |
S.E.I.M. |
A Noite na Ilha |
|
NOVIDADES: |
Ilha Ao Vivo - Webcam |
Desenhos - Humor |
Últimas |
Links |
|
FALE
CONOSCO: |
Créditos |
Mapa do Site |
Mande Sua Mensagem |
Painel de Fotos |
|
COMÉRCIO E
SERVIÇOS: |
Indo prá Ilha |
Voltando da Ilha |
Super Dicas |
Agências de Viagem |
|
ILHA DO MEL - POUSADAS:
Cair do
Sol
Canto da Sereia
Caraguatá
Dona Clara
Farol das
Estrelas
Girassol
La
Barca
Maresia
Marimar
Nascer do Sol
Nova
Brasília
Parada Alternativa
Pôr-do-Sol
Renascer
Sol e Mar
- Farol
Sol e Mar -
N.Brasília
Trilha do
Sol
Valentim
Villa Verde
Zorro |
|
ILHA DO MEL - POUSADAS C/ CAMPING:
Quatro
Estações
Rhaiana
Tóka das Feras
Trilha do Surf |
|
ILHA DO MEL - CAMPINGS:
Arione
Billymar
Magrão
N. Sra. Navegantes
Recanto
Verde
Verde Mel
Vila Farol
Vó Maria
Coocammel |
|
ILHA DO MEL - CAMPINGS C/ QUARTOS:
Aloha
Macuco
Recanto de Ícaro
Recanto Nativo
Sossegos
|
|
ILHA DO MEL -
ALUGUEL - CASAS E CHALÉS:
Canto Verde
Jô - Casas
Leocádio - Casa |
|
ILHA DO MEL - RESTAURANTES-LANCHONETES:
Casa de
Sucos Spyro Gyro - Ilha do Mel |
|
ILHA DO MEL - LOJAS-ARTESANATO:
Banca Belas Artes
Lojinha da
Ilha
Rita Pratas de Bali |
|
BARCOS - TRAVESSIA - PASSEIOS:
Transporte Marítimo Camarões
Escuna Porto Cais II |
|
GUARAQUEÇABA - ECOTURISMO:
Cormorano
Ecoturismo |
|
PARANAGUÁ - COMÉRCIO E SERVIÇOS:
Alceu
Bebidas
Pousada
Itiberê
|
|
CD's do Nego Blue |
|
Anuncie Neste Portal |
|
PREVISÃO DO TEMPO
PARA A ILHA DO MEL:
|
|
ONDAS NAS PRAIAS
DA ILHA:
|
| |
A
ILHA DO MEL
História

Geral
Os
sambaquis encontrados na Ilha do Mel (Pontinha, Mangue do Canudo e Rio Grande) são
datados de 1500 a.C.;
Pelo
Tratado de Tordesilhas, toda essa região pertencia à Portugal;
Em
1975, foi aberto o Canal da Galheta, para passagem de navios com destino ao
Porto de Paranaguá. Até então, os navios utilizavam os canais sueste e norte;
Em
15 de abril de 1982, a Ilha do Mel, por aforamento, foi transferida da União
para o Estado do Paraná. A Fortaleza, o Farol e a Rádio Farol permaneceram sob
o domínio da União;
Em
1985, chega a água tratada;
Em
21 de setembro de 1988, foi criada a Estação Ecológica da Ilha do Mel;
Também
em 1988, chega a energia elétrica, através de gerador à diesel, que
funcionava até às 02:00 a.m., retornando no dia seguinte;
Em
1998, através de cabos submarinos, a luz elétrica chega do continente, vinte e
quatro horas por dia, seguindo também, para a Ilha das Peças e para a Ilha de
Superagüi.
A
Fortaleza Nossa Senhora dos Prazeres
Único
monumento militar do século XVIII existente no Paraná, instalado nos
contrafortes do Morro da Baleia, erguido com paredes de um metro e meio de
espessura, a Fortaleza foi concluída em 23 de abril de 1769, com a participação
do povo da Vila de Paranaguá.
A
Fortaleza é equipada com Casa da Guarda, Prisões e Paiol do Pólvora, além da
recepção (funcionamento irregular).
Sua
construção, durante o reinado de D. José I de Portugal, deve-se à guerra
entre Portugal e Espanha, desencadeada na América do Sul – tentativa por
parte dos espanhóis em reconquistar as terras de acordo com o Tratado de
Tordesilhas (para os espanhóis, o limite meridional era a cidade de Iguape-SP,
e não Laguna-SC).
Outro
objetivo, era defender a Baía de Paranaguá dos ataques dos piratas espanhóis.
Em
junho de 1850, os canhões são disparados pela primeira vez contra o vapor de
guerra inglês “Cormorant”, que perseguia os brigues “Astro”, “Dona
Ana” e “Sereia”, mais a galera “Campeadora”, que traficavam escravos.
Nessa
época, o transporte de escravos era proibido.
Em
janeiro de 1894, os canhões são disparados pela segunda vez, durante a Revolução
Federalista, contra os vapores “Esperança”, “Palas” e “Urano” e o
cruzador “Esperança”.
As
naves, porém, passaram sem grandes dificuldades e ocuparam Paranaguá durante
quatro meses.
Em
1945, a Ilha do Mel foi considerada “Zona de Guerra”.
No
Forte, havia um destacamento de duzentos homens.
O
acesso à civis foi proibido e todas as propriedades foram confiscadas.
No
alto do Morro da Baleia, junto à Fortaleza, estão canhões e trincheiras de
pedras.
É
o chamado “Labirinto dos Canhões”.
Há
também, um mirante, com uma incrível vista panorâmica.
Os
Canhões
Modelo:
Blomefield
Período:
1792 - 1830
Procedência:
Inglaterra
Material:
ferro fundido
Uso:
naval
Comprimento
248 cm
Calibre:
117 mm
Modelo:
Blomefield
Período:
1792-1830
Procedência:
Inglaterra
Material:
ferro fundido
Uso:
terrestre
Comprimento
296 cm
Calibre:
135 mm
Modelo
concebido por Thomas Blomefield e utilizado pela Marinha inglesa à partir de
1782 à 1792. Esta boca de fogo marcou um avanço da metalurgia aplicada a fundição
de ferro, quando esta atividade perdeu o caráter de arte e adquiriu um conteúdo
técnico baseado não mais no conhecimento empírico, mas em processo de observação
e experimentação. Existem na praça da Fortaleza - outrora de guerra - quatro
outras unidades Blomefield, que podem ser reconhecidas pelo anel de vergueiro
sobre o cascavel (culatra).

Modelo:
Armstrong
Período:
1727-1792
Procedência:
Inglaterra
Material:
ferro fundido
Uso:
fortificações
Comprimento:
296cm
Calibre:
127 mm
Esta
boca de fogo deve seu nome ao Coronel John Armstrong que a projetou à partir de
1722, sendo o modelo mais antigo existente no pátio da Fortaleza. Este modelo,
marcado com o sinete dos Reis George (II ou III) representa o tipo mais comum do
Brasil, tendo vindo após a sua Independência. Originalmente, foram utilizados
em fortificaçOes e conveses superiores de naus de guerra, que chegavam a ser
equipadas com 120 canhões. Existem 6 unidades Armstrong na Fortaleza: duas no pátio
e 4 "netos" que podem ser admirados no alto do Morro da Baleia.
A
Carreta:
Esta
peça constitui-se em uma réplica da carreta ou reparo de praça a La Onofre,
em homenagem ao seu idealizador, o construtor de reparos Manoel José Onofre. O
modelo foi introduzido em 1822, passando a ser largamente utilizado em razão de
menor dificuldade de construção e do seu baixo custo em relação aos demais
modelos. A Réplica foi obtida à partir do acervo do Instituto do Patrimônio
Histórico e Artístico Nacional, com projeto adaptado por Felipe Diapp, La
Pastina Filho e Willians Mendonça. Peça construída em 1995 por Pedro Belena
(União da Vitória-PR), com madeira (imbuia) gentilmente cedida por Darci
Bortolanza.
Modelo:
Krupp
Período:
1872 - 1874
Procedência:
Alemanha
Material:
aço
Uso:
terrestre
Comprimento:
193 cm
Calibre:
80 mm
Os
canhões Krupp foram introduzidos no Brasil em 1872, quando 12 unidades foram
importadas para equipar um regimento de artilharia. Substituíram os canhões La
Hitte, largamente utilizados no confronto com o Paraguai. Tratando-se de peças
móveis de artilharia de campanha, fizeram grande sucesso no Brasil, sendo
empregados em larga escala. Esta peça foi provavelmente trazida para o Forte no
início do século XX, para complementar o armamento da fortificação.

Este
modelo Armstrong, foi introduzido na Marinha brasileira após 1883, após a
obsolência dos canhões Witmorth. Tratando-se de peças de artilharia de
retrocarga, do modelo utilizado no cruzádor Benjamim Constant, acredita-se que
tenham sido retirados por volta de 1905, passando à equipar esta fortificação.
Estes canhões, virtualmente sem modificações, permaneceram em uso até a
metade do século XX.
O
Episódio Cormorant

Inscrição
na placa comemorativa do 1º centenário do combate:
"À
1º de julho de 1850 nesta Fortaleza
da Barra de Paranaguá, bravos filhos da cidade auxiliados por aderentes
dedicados salvaguardaram a honra do Brasil resistindo à passagem do Crusador Cormoran com as três presas feitas no porto.
Comemoração
do 1º centenário do combate
Ilha
do Mel, 1º de julho de 1950."
O
Farol das Conchas:
Mandado
construir em 1870, pelo Ministro da Marinha, o Barão de Cotegipe, durante o
reinado do imperador D. Pedro II, o Farol com sua estrutura tronco-cônica em
ferro fundido, com uma altura de 18 metros, vindo de Glasgow – Escócia,
orienta os navegantes através do seu piscar, desde 1º de abril de 1872.

Na
época de sua construção, as peças foram desembarcadas em um trapiche, junto
ao morro, especialmente construído para este fim.
Sua
lâmpada é relativamente pequena.
O
que resulta no longo alcance do Farol (cerca de 20 milhas), são as suas lentes,
que ampliam a luz em milhares de vezes.
Um
conjunto de cinco lâmpadas sobressalentes são usadas automaticamente cada vez que a lâmpada
em uso, se queima.
Seu
funcionamento se dá através de energia solar.
O
Farol pode funcionar de duas maneiras: piscando (com intervalos regulares), ou
girando (a lâmpada fica permanentemente acesa e a lente em torno dela, gira).
A
escada é circular.
Na
varanda, no alto, em torno do Farol, se obtém uma das mais belas vistas dos
paredões íngremes da Serra do Mar.
Porém,
a visitação interna é proibida pela Marinha do Brasil.
|